terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Viver implica crescer...

Dezembro.... Final de Ano... Fechamento de um ciclo... Preparação para nova fase... Novas perspectivas...
 Diversos planos... Podemos dar vários nomes, mas o sentimento continua sempre o mesmo. 

Apesar de nossas singularidades, sentimos sempre as mesmas coisas quando o fim do ano vai se aproximando....
A reflexão é inevitável... Parece que involuntariamente nossas mentes produzem um filme com imagens, palavras, instantes e momentos... Todos estes vivenciados ou presenciados por nós de alguma forma durante todo o ano.

Sorrisos ocasionados de bons momentos... Abraços dados e recebidos com afeto... Lágrimas estendidas ao vento... Encontros em momentos inesperados...  Desencontros decorridos por falácias... Realizações obtidas com esforços diários... Decepções ocorridas pelo depósito indevido de confiança.... Surpresas advindas do forte destino... Desentendimentos causados por maus entendidos... Construção de novos laços afetivos ou mesmo o rompimento de outros antes existentes..... Muitas foram os momentos vividos.... Muitas foram as expressões tidas de acordo com instantes, situações e concepções construídas.....

O que realmente importa nisso tudo é o nosso CRESCIMENTO.... 
Querendo ou não crescemos em algo... 
Desejando ou não o mundo nos impõe novas responsabilidades, novos desafios.... 
A necessidade se impõe enquanto gritamos por socorro... 
Gritamos em busca do simples e tão complexo aconchego da família... 
Pelos tão singelos abraços de nossos pais, por seus sorrisos e suas palavras sábias.... Por suas simples e puras presenças....
 Quando estes fatos de alguma forma se ausentam é necessário que deixemos a insegurança de lado, que abandonemos nossas fragilidades, ou no mínimo aprendamos a concilia-las com o mundo que nos exige firmeza, coragem, decisões e destreza com tudo que nos cerca.

Mas uma vez paramos para refazer planos, construir novos, e desejarmos que no próximo ano consigamos realizar aquilo que não nos foi possível neste... Sempre os mesmo sentimentos... 
Mas principalmente, sob novas visões, sob novas concepções !!!! 

VIVER IMPLICA CRESCER!!!
Para tornarmos GRANDES é necessário que saibamos tornar o que nos é pequeno em algo com maior significância.... 
Nem sempre o que parece ser grande é o que realmente importa! 
Por isso não deixe que as pequenas coisas se percam na imensidão do mundo, na dimensão que a maioria vem se adequando. O que importa é o que sentimos, e não o que os outros querem nos fazer sentir...

Este é o mundo... Estes somos nós... Em meio à vida... Em meio ao mundo...


(Edilyanne Dias)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Pense em você... Em sua própria maneira de ver e viver o mundo!


Quanto mais leio e vivo percebo que os sentimentos e laços afetivos que nos unem e que nos circundam são subjetivos e possuem sentido próprio. É como se eles gozassem de certa independência.

No mundo em que vivemos, somos ensinados a não demonstramos o que realmente sentimos, a não dizer para as pessoas o quanto elas são importantes em nossa existência. Tudo isso por medo. Por receio em ser vistos como fracos vulneráveis e suscetíveis às decepções. Por puro medo de errarmos e nos machucarmos.

 Talvez você que está neste momento lendo estas palavras deva estar pensando que estou falando besteira. Que estou apenas viajando em meio aos meus pensamentos. Mas tente vasculhar um pouco as suas memórias e pense comigo...
Quantas vezes você disse a sua Mãe e/ou ao seu pai o quanto os ama na frente de outras pessoas? Quantas vezes você abraçou seu amigo quando sentiu vontade? Quantas vezes você deixou que as lágrimas rolassem pelo seu rosto enquanto algo te entristecia e te incomodava? Quantas vezes você deixou de sorrir por medo de ser mal interpretada (o)?  

O mundo que vivemos quer nos tornar cada vez mais ambiciosos e insensíveis. Ele quer nos moldar de acordo com seus objetivos. Quer nos iludir com personalidades frias e ditas fortes. Quer nos fazer abdicar da criticidade de nossos pensamentos. Deixar-nos inertes diante das atrocidades e injustiças decorrentes.

O “engraçado” é saber que esse mundo é construído por todos nós. Que esse mundo de que falo não é aquele determinado pelas leis da física e da biologia como o positivismo nos coloca, não sendo assim definidos pela objetividade e cientificidade das ciências exatas. Pelo contrário, o mundo de que discorro se trata das ralações construídas socialmente, pelos laços que nos une e nos separa, pela subjetividade e particularidades que cada um possui dentro de si mesmo. Por toda historicidade constituída a partir de ideais e ações de nossos antepassados. Não vivemos diante de tudo isso pelo simples fato de querermos viver de tal forma. Há muito mais além desse querer. Há muito mais por trás de cada gesto, por trás de cada pensamento teu.

O bom é saber que se tudo é fruto de nós seres humanos, se torna possível nos modificarmos. Transformado nossa realidade e invertendo certos conceitos, sentidos e valores tidos nos dias atuais.

Por isso... Não ouse recuar diante de um sentimento de afeição e carinho com teu próximo! Não ouse abdicar de suas emoções por medo do que os outros vão pensar.
Não finja não sentir! Não deixe que o tempo passe, que as oportunidades se dispensam de sua pessoa. Deixe de lado todos os preceitos que te dizem como ser. Seja você mesmo (a)!

Não deixe de viver por ideologias alheias. A vida se passa a cada segundo com mais velocidade, por esse motivo, não deixe que o tempo leve consigo tudo aquilo que um dia poderia ter te feito sorrir, ter te trago a felicidade!

Viver não é apenas respirar, não é apenas sentir o coração batendo, o sangue pulsando em suas veias. Viver está muito além de tudo isso. Pense nisso! Pense em você... Em sua própria maneira de ver e viver o mundo!


(Edilyanne Dias)

domingo, 18 de setembro de 2011

Um dia o bêbado pode ser você. E aí... Já imaginou?



É incrível como as pessoas conseguem ser frias diante de situações tão complexas e cheias de significados...

Mas uma vez determinada situação, determinada cena do cotidiano, me chama atenção. Gerando em mim uma vontade enorme de parar no tempo, observar e refletir sobre tais circunstâncias.

Acredito muito que por trás de tudo há sempre uma significância particular. Há sempre diversos motivos que circundam os acontecimentos que nos sucedem diariamente. O interessante é perceber claramente que a grande maioria das pessoas não se atenta para tais motivos. De forma a presenciar certas experiências e as verem de forma fria, individualista e muitas vezes preconceituosa, levando consigo seus valores constituídos socialmente, principalmente no que se refere às visões pejorativas e embasadas no que é ou não tido com bons olhos pelo senso comum.

Vou ser mais clara e objetiva...

Você que está lendo neste momento este texto...

Qual seria sua reação diante de um alcoólatra que se aproxima de você? De imediato posso imaginar três possíveis respostas que podem surgir em sua mente.
1º - Fico com muita “pena”, mas não passa disso.
2º - Tento ao máximo ignorá-lo, me afastar, até por que não sei do que ele é capaz.
3º - Começo a imaginar o que o levou a tal situação, quais os motivos que o deixaram nesta situação.

Certamente, não posso afirmar com plena certeza em qual destas respostas a sua se encontra. Posso apenas analisa-las a partir de uma forma mais geral. Nessa análise, a partir de minhas vivências e leituras, me entristeço em chegar à conclusão que a maioria das pessoas responderia com a primeira e/ou a segunda opção que propus.

Uns quando estão diante de situações parecidas com a que citei sentem pena, receio e até mesmo medo. Muitas vezes utiliza do preconceito e simplesmente se esquivam. Não param para pensar que o (a) protagonista de tal circunstância é gente como a gente. É um ser humano que por determinadas circunstâncias, principalmente pessoais e sociais, se obrigam a viver de tal forma.

Na maioria das vezes, a pessoa bêbada que passa ao seu lado é uma pessoa que não teve a oportunidade de crescer na vida. Não possui o afeto familiar, não desfruta do apoio e força daqueles que o cercam. E muitas vezes nem usufruem da presença de familiares. Certamente essa pessoa já passou por inúmeros problemas, complicações que nem passam pela nossa cabeça quando a vemos cambaleando na rua, quando a observamos deitada em uma calçada qualquer.

É triste, e me desperta até certa revolta, imaginar e comprovar com meus próprios olhos a insensibilidade das pessoas para com aquelas que vivem imersas em tais problemáticas, como no mundo das drogas, no abandono da rua, na escuridão causada pela falta de conhecimento e na completa ausência de direitos.

É neste momento que me pergunto. Onde está o governo e o cumprimento de suas obrigações? Ou melhor, vamos pensar mais próximo de nós mesmos. Onde está a capacidade humana de pensar no seu próximo? De se colocar no lugar do outro? De buscar melhorias e efetivação de direitos?

Não pense que você, ou as pessoas que os cercam, está imune a tais circunstâncias. Um dia o bêbado pode ser você. E aí... Já imaginou? Todos se afastando, te ignorando, te excluindo, te considerando um nada, como algo a ser totalmente repudiado?

Não pense que o problema do outro está longe de te!  Por que às vezes, quando menos esperamos esse problema, como diversos outros, pode bater na sua porta. Às vezes ele nem bate, simplesmente entra e toma conta de sua vida. E se todos pensarem como a maioria e te esquecerem? Será que um dia conseguirá expulsar tal problema e fortalecer sua porta para que o mesmo não mais adentre?

Não espere que a pessoa do seu lado mude! Se coloque no lugar daqueles que sofrem e comece por si mesmo. Um dia pode ser você o alguém que precisa de ajuda.


(Edilyanne Dias)

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Conversas, Visões e ser ou não ser COVARDE...


Tudo começa em uma dada calçada icoense, situada no Sítio Histórico de Icó - CE. Em uma conversa não programada, inesperada e bastante sincera surge a palavra “Covarde”, empregada a uma pessoa que possui uma determinada visão a respeito de relacionamentos amorosos. Esta visão consiste basicamente em não acreditar que possa haver realmente, na contemporaneidade, o dito “amor” entre os constituintes de tais relacionamentos. De forma a crer que a honestidade, a fidelidade, a sinceridade e o companheirismo são características escassas em um namoro ou mesmo em um casamento que se dê nos dias atuais. Assim não há de fato o amor, almejado por muitos e praticados por muitos poucos.

A covardia aparece na conversa justamente quando essa visão é rebatida e vista como uma covardia por aquela pessoa que a tem, ou seja, quem possui tal visão é necessariamente um “Covarde”. Nesse momento, buscando uma maior clareza, recorro à definição do Aurélio para a palavra em questão. “Covarde; [Do fr. ant. coart (atual couard).] Adj. 2 g. 1. Sem coragem; tímido, medroso, poltrão. 2. Fraco de ânimo; pusilânime. 3. Desleal, traiçoeiro. S. 2 g.  4. Pessoa covarde.” (AURÉLIO, 2001, p. 191). Para a situação ocorrida na conversa vejo que a primeira definição vai de encontro a mesma de forma mais objetiva.

Sendo assim essa covardia estaria na ausência de coragem, na timidez e no medo de não querer enfrentar e viver relacionamentos amorosos.

Ao longo da conversa, um argumento é dito. “Você utiliza dessa covardia por não querer sofrer (...), e não deveria ser assim, por que sofrer é uma forma de crescimento”.

Entre as inúmeras hipóteses que pode haver para tal frase as seguintes se destacam em minha mente. Talvez esse sofrimento já tenha acontecido na vida da pessoa que é tida como covarde. Talvez esse sofrimento já tenha dado origem a certo crescimento, que a fez ter tal visão.  Talvez as experiências vividas e observadas as levassem a tais conclusões. Talvez haja outras prioridades definidas... São muitos os “talvez”... Com certeza eles serão tratados em outras oportunidades, em outras conversas... Talvez na mesma cidade, na mesma calçada...

Agora, você que está lendo estas palavras... Já parou para pensar a respeito dessa visão de relacionamentos amorosos, nessa descrença nos mesmos? No fato de haver ou não covardia em tais pensamentos? Para você, é possível haver relacionamentos verídicos?

Muitos dizem, e eu concordo que a felicidade se faz presentes em momentos e instantes de pequenos gestos, em determinadas atitudes. Mas quando se trata de relacionamento, esses momentos e instantes de felicidades, superam a infidelidade, a ausência da sinceridade e da honestidade?

Fica a questão...  O que você pensa a respeito?

(Edilyanne Dias)

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Você já decidiu o que fazer com a sua “CAIXINHA”?


Meus olhos querem fechar, minha mente descansar e meu corpo relaxar, mas o desejo por expressar as palavras que circundam meus pensamentos é mais forte que eu mesma. Por mais um momento paro e observo o mundo que constituo. As relações não são mais as mesmas, os objetivos mudaram, o sentido de viver foi modificado... As lembranças começam a surgir, as vivências de anos atrás se concretizam em minha vasta imaginação... Os sorrisos, as brincadeiras, as palavras...

Muitos dizem que as crianças são ingênuas. Eu prefiro acreditar que elas são tão francas, sinceras e transparentes em seus gestos e atitudes, que por aqueles que não exercem tais características são vistas como “ingênuas”. É na dita ingenuidade de uma criança que se encontra a veracidade do que se pensa e realmente deseja, do que se sonha, do que é almejado.

Fico a imaginar porque ao crescermos deixamos de lado essas belas características. Muitos dizem que aprendemos com o mundo, que é este que nos molda. Mas e o que pensamos? E o que realmente queremos ser? Onde ficam tais coisas? Talvez elas sejam abandonadas, deixadas de lado, esquecidas em um canto qualquer. Ou mesmo podem estar guardadas em uma caixinha dentro de nós mesmos.

Agora, o porquê de elas estarem escondidas nessa caixinha é uma questão a se pensar...

Você já parou para pensar onde se encontra a sua caixinha? Em que canto a deixou?

Será que nunca teremos a coragem de procurar essa caixinha e abri-la para o mundo?
Será que nunca teremos a coragem de expressar o que realmente sentimos, de sorrir quando sentimos uma pontinha de felicidade e satisfação, de chorar sem se preocupar com a pessoa que está nos vendo... De expressar nossa insatisfação e indignação diante de determinadas situações?  De assumirmos uma posição diante daquilo que concordamos ou discordamos...?

O mundo de hoje quer nos tirar a inteligência, a racionalidade. Quando deixamos nossa caixinha de lado, deixamos com ela o nosso próprio ser! Fechamo-nos para nós mesmos e deixamos que os demais tomem as rédeas da nossa vida. Temos um medo gigante de enfrentarmos o mundo mostrando quem realmente somos, o que realmente objetivamos.

E o pior é pensarmos o seguinte: Até quando nossa caixinha ficará abandonada num canto qualquer? E o sentido da vida, onde fica?

O ruim é pensar até quando nossa caixinha ficará abandonada num canto qualquer. E ver que o sentido da vida é de certa forma, distorcido pelas concepções aceitas socialmente. Sendo em vários casos contrárias ao que realmente somos.

E você... Vai deixar a sua caixinha em um canto por aí, longe da sua realidade, do seu mundo, das suas vivências? Você não acha que essa caixinha não merece ser valorizada, tornando-se concreta em sua vida?

Reclamamos muito da vida que temos. Nunca estamos satisfeitos com o que usufruímos. Mas é de suma importância que pensemos se estamos buscando alguma melhoria que venha a modificar essa realidade!

Não adianta sentarmos diante do que se passa em nosso mundo e assistirmos inertes e inativos a mesma!
A vida está se passando, e ela aumenta sua velocidade a cada segundo que decorre no relógio da existência. Por esse motivo se você quer viver melhor, ou pelo menos fazer a sua parte, abra a sua caixinha e deixe os sentimentos, os sonhos e as ideias se concretizarem dentro da sua realidade. Deixe que a “ingenuidade” se faça presente em sua vida. Não deixe as lembranças adormecidas em sua memória. Lembre-se dos sorrisos dados, das brincadeiras realizadas, das palavras ditas e outras tantas escondidas nos esconderijos de nossas mente. Não pense no que os outros vão pensar de você, mas sim no que você vai pensar de si mesmo quando o tempo passar e você não puder mais voltar atrás, e assim tentar fazer tudo diferente do feito hoje.


(Edilyanne Dias)

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A Nossa Sociedade Se Aliena Cada Vez Mais! E você, vai continuar sendo mais um alienado?!

Mais uma vez paro e deixo que as palavras deem vida e forma aos meus pensamentos, principalmente no que se refere à sociedade que constituímos.

Entristece-me ver como vivemos nos dias de hoje. Onde os valores perdem o seu sentido real, perdem o seu caráter humano, passando a serem embasados nos interesses próprios, ou mesmo nos interesses de outrem. 

A consciência que a maioria da nossa população possui atualmente não parte de seus próprios pensamentos, de suas ideologias e conceitos, mas sim da imposição dos interesses e ideais daqueles que possuem mais números em sua conta bancária. 

O que se acredita não está baseado nas leis que supostamente regem a nossa conduta, que regulam o nosso país, mas sim nas determinações postas pelos ditos “políticos”. Esses que fazem uso de sua posição de forma arbitrária. Não como representantes do povo, pelo contrário, abusam de sua autoridade e se acham estar num patamar mais importante que a classe popular. Pensam que por serem autoridades políticas possuem a abertura de humilhar, ameaçar e coibir aqueles que se mostram mais vulneráveis, esses que em sua maioria são aquelas pessoas que não tiveram acesso à educação, e por esse motivo são facilmente influenciados. Vivendo imersos a alienação política e ideológica. Para deixar mais claro uma pessoa alienada é aquela que não tem consciência da verdadeira realidade em que se insere, são aquelas pessoas que vivem tendo como base a ideia de outras pessoas.

Quando se fala em alienação política se fala em ausência de cidadania, em ausência de autenticidade, em falta de conhecimento e interesse pela realidade que há por trás de um abraço de um candidato em época de eleição, entre outros inúmeros exemplos que infelizmente fazem parte do nosso país.

O mais triste de tudo, posso até dizer que altamente preocupante, é saber que a maioria das pessoas está se alienando cada vez mais. Um bom exemplo disso é o fato de antes termos tido jovens que lutavam por seus direitos como cidadãos, que enfrentavam o regime ditatorial em busca de melhores condições de vida e existência. Já hoje os jovens se calam, consentem com a maior facilidade, e acham maravilhoso quando se fala em festas em praça pública. Onde fica a nossa responsabilidade diante de todas as lutas antes travadas pelos direitos hoje garantidos pela nossa legislação? Como o voto em  nosso país?!!

Por outro lado muitos se defendem dizendo que não adianta se confrontar com aqueles que estão no “poder”, que a corda sempre arrebenta do lado mais fraco. Mas minha gente! Enquanto continuarmos com esse pensamento a realidade jamais será modificada, os direitos continuaram sendo esquecidos pelos nossos gestores, as leis não serão aplicadas na prática como deveriam ser.

Você que está lendo, ou ouvindo, essas palavras pode até pensar: “Quem sou eu para fazer alguma diferença no mundo em que vivo?”. E eu te digo com toda franqueza que possuo: “Você é um cidadão, um ser que possui direitos e deveres, e principalmente, um ser pensante e que pode lutar pelos seus sonhos, que pode lutar pelos seus direitos. Deixe de lado o pensamento pessimista de que você nada pode fazer, e que a sua atitude não muda em nada o que vivemos. Você pode fazer a sua parte, e é isso o que importa. Será apenas quando cada um de nós pararmos para pensar no que realmente vale a pena na vida que a triste realidade que se tem hoje poderá vir a ser modificada.


(Edilyanne Dias)

As palavras se fazendo presentes na minha mente, em meio a madrugada...





                                  
"No sorriso está a prova de que a felicidade existe, mesmo que momentaneamente."

"Em um sorriso pode estar expresso uma vida inteira de lutas, superações e sonhos."

"Apesar de não entendermos o propósito da nossa caminhada, há sempre um sentido maior posto pelo cara lá de cima." 


"Os sonhos nos movem para o futuro. Os obstáculos nos fazem persistir na concreticidade de nossos ensejos."

"Quando pensamos estar no céu, nos damos conta que a         vida terrena continua dentro de nós."

"Enxergar a vida não é ver as coisas apenas pelo ângulo materialista. Mas sim, conseguir perceber o que há por trás dos pequenos gestos."



"Hoje o mundo quer me fazer MULHER. Mas sinto dentro de mim o desejo incessante de continuar com a essência de uma criança e a coragem e ousadia de uma adolescente."



"Consentindo somos máquinas. Pensando somos de fato seres humanos."

"Compreender o mundo em que vivemos é lutar constantemente contra aqueles que tentam fechar as portas do conhecimento para as nossas mentes."

"A vida nos coloca flores para serem apreciadas e espinhos para serem superados."



(Edilyanne Dias)

sexta-feira, 24 de junho de 2011

O PASSADO QUE SEMPRE SE FAZ PRESENTE EM MEUS PENSAMENTOS... EM MINHA VIDA..


As vezes me bate uma tristeza...

Uma vontade se sumir por determinado tempo, e não ver absolutamente ninguém...
Uma vontade de ir para o "Cristo" de Pereiro e ficar lá... Observando toda cidade... Sentindo o vento tocando o meu rosto... Os pássaros cantando... 

Ao mesmo instante, lembro-me que os pensamentos que me afligem não me abandonaram. Apenas ficaram adormecidos por alguns instantes...

Sinto saudade de poder ir na casa de certas pessoas e poder abraçá-las, poder desabafar, ouvir suas vozes indo de encontro a minha...

Percebo que "Meu Pereiro" não é mais o mesmo... 
Algumas das minhas maiores amizades não residem mais aqui... 
"Meus lugares" não se encontram como antes... 

Não tenho mais o privilégio de ver os mesmos rostos, os mesmos sorrisos, os mesmos ares... 
Não tenho mais os prazer de usufruir da companhia, das brincadeiras e das palavras daqueles que sempre foram tão importantes e essenciais em minha vida...

Não tenho mais o privilégio de ir para o Pólo de Lazer ao lado de artistas que sempre me arrancaram sorrisos enquanto as lágrimas queriam saltar de meus olhos... 

Sinto saudade... 
Parece que o vazio toma conta de mim....
Minha mente fica imersa a lembranças, e mais lembranças...

Lembranças de momentos que jamais adormeceram... 
Que Jamais deixaram de me acompanhar...

Sei que atualmente cada um de nós possui uma nova vida... Novos ambientes... Novos círculos de amizade... Estamos espalhados... E ao mesmo tempo interligados pelos laços que sempre nos uniu.

Estamos vivendo desta forma devido ao fato de querermos crescer... De poder ter uma melhor qualidade de vida...

Mas, acima de tudo, desejo que os nossos laços de afeto se façam sempre presentes em nossas vidas....

Por meio destas palavras, abraço cada um de vocês que sempre se fazem presentes em minha vida, mesmo morando distantes de mim....

**Vim p Pereiro esse FDS...
A saudade apertou e resolvi escrever essas poucas palavras...
Na foto.... Estão apenas algumas das pessoas que falo no texto... Ainda há várias outras...

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Onde Fica o Ser Na Conjuntura Atual?


Analisando a realidade em que estamos inseridos cotidianamente me vem na mente diversas indagações que me fazem pensar e refletir sobre o tipo de vida que nós como sociedade adotamos e consideramos como adequada e moralmente aceita.

O homem além de ser um ser biológico, é um ser constituído primordialmente de sua subjetividade. Essa que caracteriza significativamente sua existência no contexto social. Essa subjetividade de maneira geral e objetiva é o “jeito de ser” que cada um de nós apresenta. Onde nossos valores, interesses, singularidades, objetivos e ideologias se fazem presentes de maneira clara e efetiva. Além da subjetividade ainda possuímos uma característica peculiar em relação aos demais seres, somos seres sócio históricos, formados pela historicidade e relações sociais que nos circunda.

Você certamente está se perguntando o porquê destas palavras...  Por qual razão escrevi estas poucas linhas... Qual o verdadeiro sentido que elas possuem....

Vivemos em uma sociedade, ou melhor, constituímos uma sociedade onde os valores humanos e subjetivos são constantemente substituídos por valores materialistas e individualistas. De forma a nos remetermos àquela velha frase que muitos conhecem superficialmente e poucos analisam criticamente, “No mundo atual, o que vale é o ter, e não o ser!” Nesse contexto é facilmente perceptível que não dispomos de uma sociedade crítica, uma sociedade onde se busque a concretização de direitos, a de uma vida justa e igualitária.
Ao contrário, vivemos imersos em ideologias egocêntricas, individualistas e ambiciosas. Todas estas acentuadas pelo sistema capitalista vigorante, que a cada dia se fortifica e eleva os índices de pauperização em todo o mundo. Esse modelo Neoliberal que aguça as características “desumanas” que possuímos, passando o objetivar primordialmente o desenvolvimento econômico nos coloca em ambientes onde gestos simples como um sorriso ou um abraço são trocados por stress e pela ampla concorrência. Até por que nos dias de hoje não nos vemos como seres humanos em si, mas sim como adversários, competidores de um jogo onde só os mais “fortes” sobrevivem. Mas o que seria ser mais forte?
Muitos afirmam que ser forte hoje é estar sempre buscando uma maior qualificação em sua área de atuação perante a ampla concorrência que o sistema nos impõe. Em parte ainda concordo com essa qualificação, mas acredito que ser forte consiste em buscarmos adquirir cada vez mais o conhecimento, não para dizermos que sabemos de tudo, mas para podermos entender a realidade que vivemos. Compreender a historicidade e as particularidades que cada um de nós possui. De forma a não condenarmos e discriminarmos alguém pelo simples fato de ter cometido algo que a moral social diz ser errôneo, pelo contrário, para podermos saber o que realmente levou a tal pessoa praticar tal ato é imprescindível que saibamos o que o levou a tal situação.

Venho aqui para defender a ideia de que a sociedade necessita urgentemente do resgate pelos verdadeiros valores que impulsionam o crescimento humano, não apenas e exclusivamente o econômico, mas principalmente no que se refere à educação e ao contexto social. O contexto atual  precisa de pessoas críticas, que não hesitem em reivindicar direitos, em cobrar aos ditos “políticos”  a efetiva execução da bela constituição que dispomos. 
Como nos fala Marilda Iamamoto, Assistente Social brasileira de alto gabarito e de . reconhecimento nacional, “O momento que vivemos é um momento de desafios. Mas do que nunca é preciso ter coragem, é preciso ter esperanças para enfrentar o presente. É preciso resistir e sonhar. É necessário alimentar os sonhos e concretizá-los dia-a-dia no horizonte de novos tempos mais humanos, mais justos, mais solidários”. (IAMAMOTO:2008)
Assim concluo dizendo que é preciso sermos verdadeiramente seres humanos. Não podemos nos deixar dominar pelos paradigmas existentes. Não somos máquinas! Somos indivíduos pensantes, capazes de modificar a dura e triste realidade atual. Por isso... Pare, Pense, Reflita e Atue!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Escrever...

Há algum tempo vinha sentindo a necessidade de criar um blog e expor minhas ideias, meus pensamentos e o que venho sentindo cotidianamente... 

Talvez poucas pessoas parem para ler o que escrevo, ou mesmo nenhuma veja sentido no que falarei, mas não vou desistir e me calar diante dessa possibilidade! Como diz Paulo Coelho, "Quando alguém encontra seu caminho precisa ter coragem suficiente para dar passos errados. As decepções, as derrotas, o desânimo são ferramentas que Deus utiliza para mostrar a estrada".

O meu objetivo aqui é mostrar para o mundo aquilo que poucos conseguem ver... Ou simplismente me expressar...


"Em meio a esse mundo"
de injustiças, desigualdades, individualismo, desumanidade e perversidade, venho aqui dizer que é possível modificarmos a realidade vigente. Sei que para muitos essa é uma ideia "utópica", mas para mim é uma ideologia que depende de cada um de nós para tornar-se pura realidade. 

Tenho plena consciência que dificilmente colherei os frutos de meus pensamentos e ações, mas só em ter a consciêcia que a minha parte está sendo feita e que estou tentando despertar o interesse em outras pessoas já me sinto realizada...

Infelizmente não poderei escrever com tanta frequência, pois o tempo não me permite, mas sempre que puder estarei aqui, postando algo que acho interessante.